Estudos Bíblicos

CRISTO, NOSSO SENHOR, PODER DE DEUS
  • João 2:13-20 – AD São Mateus – 4a. feira, 22/08/12 – Pr. Deiró de Andrade.

     

    Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador é, ao mesmo tempo, A Palavra de Deus, A Revelação de Deus, O Dom de Deus, O Amor de Deus, O Caminho para Deus, A Expiação de Deus, e, ainda, O Poder de Deus.

     

    O texto que lemos hoje narra que estava próxima a Páscoa dos judeus.

     

    Pessach (passagem) é o sacrifício executado em 14 de Nisã de cada ano, precedendo a festa dos pães ázimos, recordando a libertação do povo de Israel do Egito, conforme a narrativa de Moisés no Livro do Êxodo.

     

    Sua celebração acontece a mais de 3.500 anos, tendo seu início quando Deus enviou as 10 pragas sobre o Egito. Logo após a nona praga, Moisés foi instruído a determinar que cada família sacrificasse um cordeiro e usasse o sangue do mesmo para molhar os umbrais das portas, a fim de não serem acometidos pela morte dos primogênitos próxima.

     

    Naquela noite, o Egito foi visitado pelo anjo do Senhor que matou a todos os primogênitos de casas em que não havia a marca do sangue do cordeiro. Essa fenômeno gerou um pavoroso medo no Faraó que temendo a ira de Deus aceitou a libertação do povo hebreu.

     

    Em recordação deste episódio e o julgamento de Deus sobre o Egito, foi instituída para todas as gerações o sacrifício da passagem, ou Páscoa e, no curso do anos foi celebrado também, para aqueles que não puderam estar na ocasião de 13 de Nisã, por estarem com impedimento justificado como, impurezas, por exemplo, um novo ajuntamento com o mesmo nome em 14 de Liar.

     

    Ao tempo do segundo templo, era uma das três festas de peregrinação ao Santuário de Deus em Jerusalém. Um mês antes da festa, as ruas e estradas eram reformadas e os poços restabelecidos com objetivo de garantir o conforto dos peregrinos. A população aumentava para quase 3.000.000 de pessoas sendo hospedados nas cidades da vizinhança.

     

    Um mês antes, também, o fermento era eliminado da culinária e os sacerdotes preparavam a festa da Páscoa. O trabalho secular de todos terminava ao meio dia e os sacrifícios tinham início as 15 horas. Realizada com a oferta de cordeiros ou cabritos, machos, com um ano, e abatidos pela família em qualquer lugar do pátio do templo. O sangue recolhido em vasos de prata ou ouro e o passavam de mão em mão até o sumo sacerdote que o derramava na base do altar.

     

    As ofertas eram feitas em três grupos com o mínimo 30 homens cada, que entravam quando o pátio do templo estivesse cheio, já com os portões fechados. Os levitas cantavam e tocavam. Após os sacrifícios do terceiro grupo, o pátio era inundado de água que, após era liberada levando as impurezas restantes do evento.

     

    Cada família pegava, então o seu cordeiro ou cabrito e o levava de volta para sua casa e o assava na festa em que o comia com sua família. Após a ceia as pessoas saiam para as ruas festejando em grande alegria.

     

    Após a destruição do segundo templo, a festa da páscoa judaica se torna uma noite de lembranças servindo como ponto de conexão entre o povo judeu e sua história.

     

    Após este momento cultural, voltamos ao texto.

    A narrativa aponta que estava próxima a páscoa dos judeus, portanto era o tempo em que a cidade estava se enchendo de gente que viajava por muitos quilômetros para a participação da grande festa e os preparativos já haviam começado.

     

    Jesus encontra no templo os vendedores de bois, ovelhas e pombas assessorados pelos cambistas, especialistas na troca de moedas para o comércio regular, como as atuais casas de câmbio.

     

    Ele teceu um azorrague (chicote) de cordas e saiu pelo meio daquela multidão expulsando aqueles aproveitadores, derrubando suas mesas e espalhando o dinheiro deles pelo chão cheio de impurezas.

     

    PAUSA PARA NOTA IMPORTANTE: Os vendedores e os cambiadores só podiam fazer o que fazia por que as pessoas não tinham um cordeiro para se aproximarem do santuário, portanto eram presas fáceis daqueles que se aproveitavam da imprudência deles para os explorarem financeiramente. Quando nos aproximamos do altar, é preciso que estejamos com o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

     

    Jesus, com autoridade não conhecida ainda pelos presentes, ordenou que tirassem dali aquelas coisas e que não fizessem daquele ambiente, a casa de Seu Pai, nosso Deus, uma casa de comércio. Um comércio da fé.

     

    Os discípulos de Jesus imediatamente se lembraram do que está escrito por Davi, como música para o cantor-mor (o maestro).

     

    Salmo 69:5-13 – “Tu, ó Deus, bem conheces a minha insipiência, e os meus pecados não te são encobertos. Não sejam envergonhados por minha causa aqueles que esperam em ti, Ó Senhor, Senhor dos Exércitos; não sejam confundidos por minha causa aqueles que te buscam, ó Deus de Israel. Porque por amor de ti tenho suportado afrontas; a confusão cobriu o meu rosto; Tenho-me tornado como um estranho para com os meus irmãos, e um desconhecido para com os filhos da minha mãe, Pois o zelo da tua casa me devorou, e as afrontas dos que te afrontam caíram sobre mim. Chorei, e castiguei com jejuns a minha alma, mas até isto se me tornou em afronta. Pus por vestido um saco, e me fiz um provérbio para eles. Aqueles que se assentam à porta falam contra mim; sou a canção dos bebedores de bebida forte. Eu, porém, faço a minha oração a ti, ó Senhor, num tempo aceitável; Ó Deus, ouve-me segundo a grandeza da tua misericórdia, segundo a verdade da tua salvação”.

     

    Durante este episódio, que não deve ter sido muito calmo, nem muito rápido, os judeus se levantaram para um questionamento que lhes parecia lógico e legítimo: “Que milagres, ou sinais, nos mostras, visto que fazes essas coisas?”.

     

    Há uma procura por sinais para que as pessoas creiam. Em outras ocasiões fizeram a mesma pergunta para Jesus:

     

    Mateus 12:38-41 – “Então, alguns dos escribas e dos fariseus tomaram a palavra, dizendo: Mestre, quiséramos ver da tua parte algum sinal. Mas ele lhes respondeu, e disse: Uma geração má e adúltera pede um sinal, porém não se lhe dará outro sinal senão o do profeta Jonas. Pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra. Os ninivitas ressurgirão no juízo com esta geração, e a condenarão, porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis que está aqui quem é mais do que Jonas”.

     

    • Observe que se converteram com a pregação de Jonas e não com qualquer sinal. O poder para conversão está na Palavra de Deus, dirigida e inspirada e ungida pelo Espírito Santo.

     

    João 6:25-35 – “E, achando-o na outra banda do mar, disseram-lhe: Rabi, quando chegaste aqui? Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou. Disseram-lhe pois: Que faremos, para executarmos as obras de Deus? Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou. Disseram-lhe pois: Que sinais pois fazes tu, para que o vejamos, e creiamos em ti? Que operas tu? Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Deu-lhes a comer o pão do céu. Disse-lhes pois Jesus: Na verdade, na verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu, mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu. Porque o pão do céu é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. Disseram-lhe pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão. E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede”.

     

    • Observe que aquelas pessoas que queriam o sinal já tinham comido do pão e dos peixes que Jesus havia multiplicado na frente deles. Era um sinal poderoso.

     

    • Interessante que falam do sinal dos pães com pouca importância, já que “outros” fizeram o mesmo, como Moisés, segundo o entendimento deles.

     

    • Na desconstrução deste pensamento, Jesus afirma que o pão do céu fora enviado pelo Pai e não pelo “profeta” Moisés, porque o pão que desce para dar vida ao mundo.

     

    • Nesse ponto as pessoas pediram que o Senhor lhes desse sempre desse pão que saciaria com vida o mundo, ao que Jesus afirmou ser ele mesmo, o pão vivo que desceu do céu, como o pão vivo, para dar vida vida eterna.

     

     

    UMA PAUSA NECESSÁRIA

     

    Jesus não era contra fazer os sinais, mas apresentava que os sinais seguem aqueles que saem para pregar a palavra do arrependimento dos pecados e da salvação.

     

    Mateus 20:30-34 – “E eis que dois cegos, assentados junto do caminho, ouvindo que Jesus passava, clamaram, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós. E a multidão os repreendia, para que se calassem; eles, porém, cada vez clamavam mais, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós. E Jesus, parando, chamou-os, e disse: Que queres que vos faça? Disseram-lhe eles: Senhor, que os nossos olhos sejam abertos. Então Jesus, movido de íntima compaixão, tocou-lhes nos olhos, e logo viram e eles o seguiram”.

     

     

    DE VOLTA AO TEXTO

     

    O pedido dos sinais aconteceu por causa da autoridade de Jesus demonstrada no episódio da “limpeza” da Casa de Deus, daqueles que a haviam transformado num comércio de fé. Os sinais justificariam aquela atitude, mas Jesus apontou que ele mesmo seria morto e ressuscitaria em três dias, sendo este o principal sinal.

     

    Interessante o materialismo das pessoas que afirmam a Jesus dos 46 anos de duração da construção do templo, mas o Senhor falava do santuário de seu corpo. Quando Jesus foi ressuscitado, os discípulos logo se lembraram de que ele havia dito isto naquela ocasião e creram na Escritura e na palavra que Jesus havia dito.

     

    • Observe que eles creram na Escritura e na palavra de Jesus, apenas depois da ressurreição, pois falara e se cumprira nele próprio.

    O início do ministério público de Jesus em Jerusalém começou como uma bomba, pois diferiu da inauguração em Caná da Galileia, onde a água fora feita vinho.

     

    Era o cumprimento das palavras que o Espírito Santo falara por intermédio do profeta.

     

    Malaquias 3:1-6 – “Eis que eu envio o meu anjo, que preparará o caminho diante de mim; e de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o anjo do concerto, a quem vós desejais; eis que vem, diz o Senhor dos Exércitos. Mas quem suportará o dia da sua vinda? E quem subsistirá, quando ele aparecer? Porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros. E assentar-se-á, afinando e purificando a prata, e purificará os filhos de Levi, e os afinará como ouro e como prata. Então ao Senhor trarão ofertas em justiça. E a oferta de Judá e de Jerusalém será suave ao Senhor, como nos dias antigos, e como nos primeiros anos. E chegar-me-ei a vós para juízo, e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros e contra os adúlteros, e contra os que juram falsamente, e contra os que defraudam os jornaleiros, e pervertem o direito da viúva, e do órfão, e do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos. Porque eu, o Senhor não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos”.

     

    Esta manifestação de Jesus foi explosiva, pois, obviamente as pessoas que vinham para Jerusalém por ocasião da peregrinação da páscoa traziam as moedas do império romano, na qual estava a efígie do imperador. E, Como não se admitia a entrada de qualquer imagem no Templo, eles se utilizavam dos cambiadores para troca aquelas moedas por ciclos de prata judeu.

     

    Quando aquelas pessoas traziam os sacrifícios, era complicado viajar por centenas de quilômetros com animais arrastando, razão porque nos 14 hectares que se destinava aos gentios, havia um comércio de animais para sacrifício.

     

    Tinham também farinha, azeite e ervas para os acompanhamentos das ofertas sacrificiais.

     

    • Observe que era mais fácil trazer recursos e trocar por algo que significasse o sacrifício.

     

    Os saduceus, regentes da vida religiosa do culto no Templo de Jerusalém, conseguiram o monopólio financeiro da fé. O mais lucrativo que já se viu no mundo.

     

    Quando faziam a troca de dinheiro romano para os siclos judaicos, cobravam a usura, e enriqueciam ilicitamente.

     

    Quanto aos animais, lembrem-se que a oferta a ser entregue de animais não podia ter qualquer defeito e isto era inspecionado “cuidadosamente” pelos sacerdotes. Se passasse pela inspeção era aceita, se não, era reprovado.

     

    Então estavam ali Anás, seus quatro filhos, Caifás, vendendo pontos de contato da fé, que eram plenamente aceitos para o sacrifício.

     

    O sumo sacerdócio se tornou lucrativo e chegou a ser adquirido por maiores lances, vendido ao mais astuto. Anás era dos astutos saduceus e teve o sumo-sacerdócio em sua família, como monopólio, sendo ele mesmo, e, depois dele, um dos seus quatro filhos, Caifás.

     

    Era uma empresa usurária e sórdida que atuava em nome da fé. Foi isto que Jesus enxergou no templo de Jerusalém.

     

    Sua reação incisiva e dura aponta que a obra de Deus não deve ser tocada pela ganancia de pessoas insensíveis à Ordem direta do Espírito Santo.

    Os ministros de Cristo devem servir de exemplos com humildade e vigilância.

     

    1a. Pedro 5:1-7 – “Aos presbíteros, pois, que estão entre vós, rogo eu, que sou também presbítero com eles e testemunha dos sofrimentos de Cristo e que sou participante da glória que se há de manifestar. Pastoreai o rebanho de Deus que está entre vós, não por força, mas espontaneamente, segundo a vontade de Deus; nem por amor de lucro vergonhoso, mas de boa vontade; nem como querendo ter domínio sobre os que vos foram confiados, mas fazendo-vos exemplares do rebanho. Quando se manifestar o Sumo Pastor, recebereis a imperecível coroa da glória. Do mesmo modo, vós que sois mais moços, sede sujeitos aos que são mais velhos; e cingi-vos todos de humildade, para servirdes uns aos outros, porque Deus resiste aos soberbos , mas aos humildes dá graça. Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus para que vos exalte a seu tempo, lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós”.

     

    Lá no Templo, Jesus virou a mesa. Expulsou os que vendiam animais para sacrifício e expulsou os cambistas e ordenou que não fizessem da Casa do Pai um covil de usura e monopólio da fé, negociando coisas de Deus para lucro pessoal.

     

    Apocalipse 6:12-17 – “E havendo aberto o sexto selo, olhei e eis que houve um grande tremor de terra; e o sol tornou-se negro como saco de cilicio, e a lua tornou-se como sangue. E as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira lança de si os seus figos verdes, abalada por um vento forte. E o céu retirou-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares. E os reis da terra, e os grandes, e os rico, e os tribunos, e os poderosos e todo o servo e todo o livre, se esconderam nas cavernas, e nas rochas das montanhas; E diziam  aos montes e aos rochedos cai sobre nós, e esconde-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro. Porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir?”.

     

    Nunca podemos nos esquecer do grito daqueles que clamam para que as montanhas caiam sobre eles em razão de não conseguirem olhar para o rosto daquele que está no trono e da ira do Cordeiro.

     

    Olha bem a frase: “... e da ira do Cordeiro...“.

     

    Jesus viu a Casa de Oração sendo utilizada para proveito de gente sem escrúpulos e se irou, virando a mesa, mas naquele dia será diferente. Ele lançará pessoas no inferno.

     

     

    UMA VISÃO DO PODER DE DEUS

     

    Como os vendedores de animais não investiram contra ele e o mataram ali mesmo?

    Como os banqueiros não destruíram Jesus ali mesmo, naquela hora?

    Como a guarda do Templo não vieram logo para o prender?

    Como Jesus fez aquilo impunemente?

     

    Duas razões:

     

    1. 1.    A grandeza moral de Jesus.

     

    A estatura moral de nosso Senhor é impressionante e indescritível.

     

    Quando Jesus falou do amor de Deus para os gentios em Nazaré, as pessoas se encheram de ira e o levaram para o alto do monte para mata-lo atirando-o de lá.

     

    O texto sagrado afirma que Jesus apenas andava entre eles. Sua estatura e grandeza moral era poderosa e inacessível.

     

    Quando um dia os fariseus e os escribas se uniram aos saduceus e enviaram soldados do Templo para o prender, enquanto falava com a multidão, não o puderam fazer. No relatório aos que os haviam enviado, os soldados logo dizem: “Ele fala como nenhum homem jamais falou...”.

     

    Quando Jesus foi traído, veio um exército acompanhando os escribas e líderes religiosos para prendê-lo. Eis a pergunta do Senhor: “A quem buscais?”. Eles logo responderam: “A Jesus de Nazaré”.  Logo Jesus respondeu: “Eu sou Ele”.

     

    E o que aconteceu? A Bíblia diz que eles ouviram isto, e caíram para trás no chão.

     

    O temor de Deus emanava da presença de seu filho Jesus em grandeza e poder moral.

     

    Esta foi a primeira razão porque não o puderam prender naquela mesma hora.

     

     

    1. 2.    A consciência das pessoas.

     

    É impressionante o que a consciência é um árbitro poderoso.

     

    Shakespeare escreveu que Ricardo III, um Duque se apropriou da coroa da Inglaterra por meio do assassinado dos herdeiros anteriores a ele. No final da tragédia escrita por Shakespeare, está Ricardo enfrentando a mais cruel das batalhas: O peso da cobrança da consciência. Ele diz: “Ah, covarde consciência, como é que tu me aflige tanto? Minha consciência tem milhares de línguas diversas. E, cada língua traz um conto novo. Em cada conto me condena como um vilão...”.

     

    Se não se sente confortável com a citação de Shakespeare, então citemos a Bíblia Sagrada.

     

    Provérbios 28:1-6 – “Fogem os ímpios, sem que ninguém os persiga; mas qualquer justo está confiado como o filho do leão. Por causa da transgressão da terra, muitos são os seus príncipes; mas por virtude de homens prudentes e entendidos, ela continuará. O homem pobre que oprime aos pobres é como chuva impetuosa, que não deixa nenhum trigo. Os que deixam a lei louvam o ímpio, mas os que guardam a lei pelejam contra eles. Os homens maus não entendem o juízo, mas os que buscam ao Senhor entendem tudo. Melhor é o pobre que anda na sua sinceridade, do que o de caminhos perversos, ainda que seja rico”. 

     

    Esta é a segunda razão porque o Senhor não foi preso ou morto ali naquela mesma hora.

     

    Vejamos a pergunta daquelas pessoas: “Como você se atreve a fazer isto aqui? Que sinal você nos mostra que te autorize a tomar tal atitude?”.

     

    Eis a resposta de nosso Senhor: “Destruam este Templo e em três dias eu o levantarei de novo...”.

     

    João o narrador do episódio afirma que ele dizia isto acerca de templo de seu corpo

     

    Colossenses 2:8-9 – “Cuidai que não haja ninguém que vos faça de vós presa sua, por meio da sua filosofia e vão engano, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo. Pois nele habita corporalmente toda a plenitude da Divindade”.

     

    Hebreus 8:1-2 – “No que estamos dizendo, o ponto principal é este: temos um tal sumo sacerdote que se assentou à destra do trono da majestade nos céus, ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor armou, e não o homem”.

     

    Quando Jesus determina que destruam o templo que será levantado em três dias, ele está apontando o poder que tem de receber nele mesmo o culto a Deus, pois, como ele afirmou, o Pai é glorificado no Filho.

     

    Isaias 60:7 – “Todos os rebanhos de Quedar se ajuntarão em ti, os carneiros de Nebaiote te servirão; serão aceitos ao serem oferecidos sobre o meu altar, e glorificarei a casa da minha glória”.

     

    João 14:12-23 – “Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas; porque vou para o Pai; E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei. Se me amardes, guardareis os meus mandamentos... (vs 20) ... Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós. Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que m ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele. Perguntou-lhe Judas (não o Iscariotes): O que houve, Senhor, que te hás de manifestar a nós, e não ao mundo? Respondeu-lhe Jesus: Se alguém me amar, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos, e faremos nele morada”.

     

    Este é o sinal de que ele é o poder da presença e revelação da glória de Deus. Sua morte e ressurreição é a base da nossa fé. JESUS É EMANUEL – DEUS CONOSCO.

     

    Em outra ocasião, falando a este mesmo grupo de pessoas, Ele afirma qual era a sua missão entre nós.

     

    João 10:14-18 – “Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem, assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco; a essas também me importa conduzir, e elas ouvirão a minha voz; e haverá um rebanho e um pastor. Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para a retomar. Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho autoridade para a dar, e tenho autoridade para retomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai. Por causa dessas palavras, houve outra dissensão entre os judeus”.

     

    Nunca houve e nunca haverá alguém capaz ou poderoso para matar a Jesus. Ele mesmo voluntariamente deu a própria vida por amor de nós, e tem autoridade de cobrar santidade em sua obra e em sua casa.

     

    Jesus deu a sua vida e ao terceiro dia ressuscitou pelo poder glorioso de nosso Deus.

     

    Ele afirmou que na sua ressurreição traria de volta o templo. Jesus fala de todo o sistema de seu corpo, ou seja a igreja gloriosa que nasceu a partir de sua morte e ressurreição.

     

    Jesus falava de todo o sistema que envolvia todos os sacrifícios em torno daquele templo dominado pelo poder da usura e comércio da fé.

     

    A morte de Jesus fez que o véu do templo se rasgasse de alto a baixo e dois pedaços.

    A morte de Jesus causou um terremoto, quando pedras das montanhas rolaram.

    Um soldado romano, sob comando de Tito, ateou fogo no templo, 37 anos depois.

    O templo foi destruído e hoje resta apenas o muro das lamentações.

     

    Mas, depois de toda essa destruição, quando não ficou pedra sobre pedra, surgiu o novo corpo, a igreja de Jesus Cristo. O lugar da comunhão entre os irmãos e com o Salvador.

     

    1o. Coríntios 6:12-20 – “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convém. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma. Os manjares são para o ventre, e o ventre para os manjares. Deus, porém, aniquilará tanto um quanto o outro, mas o corpo não é para a prostituição, mas para o Senhor, e o Senhor para o corpo. Ora, Deus não somente ressuscitou ao Senhor, mas também nos ressuscitará a nós pelo seu poder. Não sabeis que o que se une à meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque, como foi dito, os dois serão uma só carne. Mas, o que se une ao Senhor é um só espírito com ele. Fugi da prostituição. Qualquer outro pecado que o homem comete, é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual possuís da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo”.

     

    O poder demonstrado por Jesus aponta para a forma que sua obra deve ser tocada por cada um dos seus ministros, conforme falou Pedro.

     

    2a. Coríntios 6:16 – “E que consenso tem o santuário de Deus com os ídolos? Pois nós somos santuário de Deus vivo, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo”.

     

     

     

    A morte e a ressurreição de Jesus, o Templo de Deus Vivo, aniquilou o sistema de sacrifícios instituindo a aliança eterna no Sangue Poderoso do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo

     

    Hebreus 8:3-13 – “Porque todo sumo sacerdote é constituído para oferecer dons e sacrifícios; pelo que era necessário que esse sumo sacerdote também tivesse alguma coisa que oferecer. Ora, se ele estivesse na terra, nem seria sacerdote, havendo já os que oferecem dons segundo a lei, os quais servem àquilo que é figura e sombra das coisas celestiais, como Moisés foi divinamente avisado, quando estava para construir o tabernáculo; porque lhe foi dito: Olha, faze conforme o modelo que no monte s te mostrou. Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor pacto, o qual está firmado sobre melhores promessas. Pois, se aquele primeiro fora sem defeito, nunca se teria buscado lugar para o segundo. Porque repreendendo-os, diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que estabelecerei com a casa de Israel e com a casa de Judá um novo pacto. Não segundo o pacto que fiz com seus pais no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; pois não permaneceram naquele meu pacto, e eu para ele não atentei, diz o Senhor. Ora, este é o pacto que farei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor; porei as minhas leis no seu entendimento, e em seu coração as escreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo; e não ensinará cada um ao seu concidadão, nem cada um ao seu irmão, dizendo: conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até o maior. Porque serei misericordioso para com suas iniquidades, e de seus pecados não me lembrarei mais. Dizendo: Novo pacto, ele tornou antiquado o primeiro. E o que se torna antiquado e envelhece, perto está de desaparecer”.

     

    Uma nova criação a partir das ruínas do velho sistema. A congregação do povo salvo, constitui a igreja do Deus vivo que aguarda a vinda do Senhor para nos levar para sua glória para sempre, quando estaremos no Seu templo.

     

    Ao que vencer farei que s torne uma coluna no templo do meu Deus e dele nunca sairá e escreverei sobre ele o nome do meu Deus e também o me novo nome.





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