Estudos Bíblicos

A COMUM MANEIRA DE SE SABER SER ALGUEM INCOMUM
  • Marcos 6:3 – domingo, 28/03/2010 – AD São Mateus – Pr. Deiró de Andrade

    Quarta feira, 06 de Abril de 2011 – Sede.- 2ª.

    Poucas pessoas têm tratamento diferente da população mais comum. 

     

    Casa comum. Carro comum. Transito comum. Empresa comum. Profissão comum. Gente normal.

     

    Nada de audiências com governadores, embaixadores ou presidentes. Gente natural.

     

    Filas de bancos. Filas de Supermercados. Filas de estacionamento. Pessoas do povo.

     

    Vida comum de quem vai a velórios e casamentos. Aniversários e hospitais. Formaturas.

     

    Empregos e desempregos. Contas a pagar. Desentendimentos e reconciliações. Gente.

     

    Gente que necessita de Jesus. Gente que tem enfrentamentos os quais não tem condição ou força para vencer sozinho.

     

    Como chegar a ser bem sucedido? Eis a pergunta de muitos, hoje.

     

    Perdido? Talvez. Improdutivo? Não. Insignificante? Jamais.  Apenas comum.

     

    Será que pessoas comuns são consideradas no céu? Eis a grande questão.

     

    A resposta de Deus a essa pergunta é incomum.

     

    Se você se descreve como “apenas” alguém comum, fique muito feliz, pois isso também descreve o filho de Deus. Sim, Jesus Cristo.

     

    Como dizer que Jesus era comum se...

     

    Ele andou sobre as águas...

    Ele conversa com mortos que ressuscitam...

    Ele transforma água em vinho...

    Ele expulsa demônios...

    Ele mesmo ressuscitou dos mortos...

     

    Jesus nasceu em Nazaré. Uma pequena cidade de uma região monótona.

    Durante trinta anos, Jesus viveu de maneira comum.

    Qual a informação acerca de Jesus, antes dos trinta anos, senão no incidente do templo?

    Nenhum registro. Nenhuma informação. Nada de incomum.

     

    Alguns choram por viverem uma vida comum. O que dizer para estas pessoas?

     

    Marcos 6:3 – “Não é este o carpinteiro?”.

     

    Quem descreveu Jesus assim foram seus vizinhos.

     

    Eles estavam intrigados com a popularidade de uma pessoa comum de sua terra.

    Eles não descreveram Jesus como alguém que os tivesse enrolado. Nada de dívidas impagas. Nada de serviços por terminar, que já houvesse recebido por eles. Um trabalhador comum.

     

    Os preguiçosos e problemáticos têm muito pouca chance de se esconder, especialmente numa cidade pequena como Nazaré.

     

    Jesus não ia de cidade em cidade para trabalhar.

     

    Um arado para consertar? – levem ao carpinteiro.

    Um novo jugo para a parelha de bois? – falem com o carpinteiro.

    Um telhado para arrumar? – procurem pelo “meu vizinho”. Ele é bom no que faz.

     

    A diligência de Jesus é que não foi deixada de lado. Ele levava o trabalho a sério.

     

    JESUS DAVA A DEVIDA ATENÇÃO ÀS COISAS DA VIDA COMUM.

     

    A cidade era comum, mas a atenção de Jesus não era.

     

    1. 1.    A cidade de Nazaré está situada no alto de uma montanha.

     

    1. Um garoto poderia ter subido ao alto da montanha para contemplar o vale.

     

    1. Jesus poderia ter ido quantas vezes lá para ver o mundo que ele mesmo criou.

     

    1. Encostas recobertas de flores e lindo gramado.

     

    1. Campos e figueiras frutíferas.

     

    1. Pelicanos e outras aves voando próximos ao rio, num lindo por do sol.

     

    1.                i.    Jesus poderia ter se lembrado disso ao proferir as sábias palavras do sermão da montanha:

     

    Mateus 6:26 – “Olhai as aves do céu...”.

     

    Mateus 6:28 – “Olhai os lírios do campo...”.

     

    1.              ii.    Jesus poderia ter utilizado as coisas de seu dia a dia comum, para proferir a mensagem incomum do Salvador do Mundo.

     

     

    1. 2.    Ao norte de Nazaré ficam as colinas de Naftali, recobertas de florestas maravilhosas.

     

    1. Todos podiam ver a vila de Safate, conhecida também como a cidade da colina.

     

    1.                i.    Jesus poderia estar pensando nela, quando proferiu a sentença:

     

    Mateus 7:3 – “Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte”.

     

    1. 3.    O carpinteiro, comum, trabalhador, que se revelou o salvador do mundo, poderia ensinar.

     

    1. Todos sabiam que o carpinteiro era o fabricante de jugo para parelhas.

     

    1.                i.    Jesus utilizou as coisas do dia a dia para explicar sua missão:

     

    Mateus 11:30 – “Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.

     

    1.              ii.    Jesus que sabia o que era a serragem voando para o rosto, pode dizer:

     

    Mateus 7:3 – “porque reparas tu no argueiro que está no olho de teu irmão e não vês a trave que está no teu olho?”.

     

     

    1. 4.    O camponês do interior pôde conversar com as pessoas.

     

    1. Os interioranos conheciam a lavoura e a forma de se semear no campo.

     

    1.                i.    Jesus pode ter lembrado das vezes que viu a semente que caiu no caminho e nunca brotou. Aquela outra que caiu nos espinheiros e sufocou. Ou ainda aquela que caiu em pedregais e nasceu logo, morrendo a seguir por não ter raiz.

     

    Lucas 8:5 – “Um semeador saiu a semear a sua semente e, quando semeava, caiu alguma junto do caminho, e foi pisada, e as aves do ceu a comeram...”

     

    Mateus 13:31-32 – “Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante apo grão de mostarda que o homem, pegando dele, semeou no se campo... é realmente a mais pequena de todas as semente, mas crescendo, é a maior das plantas, e faz-se uma árvore, de sorte que vêem as aves do céu, e se aninham nos seus ramos”.

     

     

    1.              ii.    Jesus pode ter lembrado do céu da manhã do interior.

     

    Mateus 16:2 – “Mas ele, , respondendo, disse-lhes: Quando é chegada a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está rubro...”.

     

     

    1.             iii.    Jesus lembrava-se do relâmpago do oriente.

     

    Mateus 24:27 – “Porque assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem”.

    SERÁ QUE TEMOS PRESTADO ATENÇÃO À NOSSA VIDA COMUM.

     

    A chuva que bate na janela...

    O céu azul ou cheio de nuvens.

    A lembrança da filha orando num avião lotado...

    O nascer do sol, enquanto o mundo está ainda dormindo...

     

    As lembranças das dificuldades do passado, de onde Deus nos trouxe para cá...

     

    Um metrô lotado...

     

    A fralda por trocar...

     

     

    SIM, DEUS PODE ESTAR A FALAR EM CADA COISA. É SÓ PRESTAR ATENÇÃO.

     

    Nada na vida é sem importância. – Deus está em todos os lugares.

    O mistério da vida é bem conhecido do Eterno. – Deus tudo vê.

     

    Enfados. Sofrimentos. Cansaço. Tristeza. Amargura. Lágrimas secretas. Risos. Alegrias. Euforias. Emoções. Saudades. Gratidão.

     

    O caminho para o coração da vida é permeado por coisas que parecem comuns, mas que são instrumentos de Deus para nosso fortalecimento e experiência de vida.

     

    A VIDA É UMA BENÇÃO QUE RECEBEMOS DO CRIADOR.

     

    QUANDO ESTIVER ENFADADO COM A VIDA COMUM QUE LEVA, OLHE PARA JESUS. ELE TEM EXEMPLOS. SIGA-OS.

     

    Preste atenção ao seu trabalho e ao seu mundo.

     

    Jesus aprendeu a obediência desde os dias da carpintaria de uma pequena cidade.

     

    Hebreus 5:8 – Ainda que era Filho, aprendeu a obediência por aquilo que padeceu

     

    A abordagem de Jesus às coisas comuns prepara o caminho para o ministério incomum do Salvador da humanidade.

     

    Lucas 3:23 – “E o mesmo Jesus começava a ser de quase trinta anos...”.

     

    Jesus abdicou de sua vida privada para iniciar sua vida pública.

    Jesus precisou dizer adeus ao seu mundo, a fim de transformar o mundo.

    Jesus precisou dar um beijo em sua mãe, Maria.

    Jesus precisou fazer a ultima refeição em casa.

    Jesus precisou dar o ultimo passeio pelas ruas poeirentas de Nazaré.

     

    Jesus sabia de tudo o que lhe aconteceria.

     

    1º. Pedro 1:20 – “O qual, na verdade, em outro tempo, foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo”.

     

    Jesus começou a trabalhar como carpinteiro. Alguém comum.

    Jesus manteve sua identidade secreta. O carpinteiro.

     

    Jesus carregou a cruz, obra de carpinteiros, para morrer nela. Voluntariamente.

     

    O amor de Jesus por nós fez que ele nos aceitasse assim como somos.

    O amor de Jesus por nós fez que ele nos quisesse, ainda que somos comuns.

    O amor de Jesus por nós fez que ele morresse por nós.

     

    O amor de Jesus por nós fez que ele vivesse como qualquer um de nós.

     

     

    Hebreus 4:15  – “Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado”.

     

     

    Efésios 2:4-5 – Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com cristo.

     

     

    Se Jesus deixou a comum Nazaré a procura de pessoas como nós, significa que não somos tão comuns assim...





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