Testemunho

Livre em Pleno Cativeiro
  • O que estamos dispostos a sofrer por amor a Cristo?

     

    Muitos dizem se Deus me enviar eu vou.

    Mas está disposto a ir até dentro do ventre de uma baleia?

    Ou só deseja ir mediante a convite em grandes campanhas?

     

    O que vou relatar é experiência minha que aconteceu no dia 22/10/2009 a 25/10/2009 Meu nome é Pb.Luiz Alves, sou membro da Assembléia de Deus(Madureira)Sede Carapicuíba.

     

    Estávamos nos organizando para realizar a 2° Conferência Missionária local, tínhamos como objetivos realizar um trabalho diferente, um trabalho que despertaria a igreja local, não queríamos convidar nenhuma igreja para cooperar em nosso trabalho, queríamos simplesmente evangelizar o bairro e as proximidades, para ganharmos almas, porém Deus já tinha seus planos estabelecido sobre os nossos.

     

    Deus já estava ouvindo as nossas orações, só que Deus nos abençoa de maneira que não compreendemos no momento.

     

    Já estava praticamente tudo resolvido, pois a Conferência seria do dia 23 ao dia 25/10/2009.

     

    Os palestrantes já estavam praticamente confirmados e os cantores também, já tínhamos feito a planilha do evento, material de evangelismo tudo pronto e os patrocinadores tudo fechado.

     

    Estávamos orando para Deus fazer a sua maneira, então aconteceu: No dia 22/10/2009 aproximadamente as 14:00 hs, eu estava indo na rua Santa Efigênia no centro de São Paulo comprar alguns equipamento para o evento, quando cheguei na rua fui abortado por dois rapazes que me renderam por traz, com armas em punho me deu um óculos em minha mão e me mandou colocá-los, quando coloquei o mesmo não permitia enxergar nada pois estavam tapado por fitas adesivas, e eles me falaram: - Nos acompanha sem reagir. Então me colocaram dentro de uma Kombi, andei deitado no chão daquele veiculo por horas, depois colocaram uma touca por cima dos óculos em mim, me tiraram da Kombi e me colocaram em outro veiculo dentro do porta malas e andei por horas.

     

    E eu sempre falava que eles estavam seqüestrando a pessoa errada, pois o nome que eles me chamavam era outro; quando eles tiveram certeza que eu não era o alvo desejado me falaram que iam me matar porque não ficariam perdendo tempo comigo. Confesso que temi por minha vida  e fiquei  em estado de pânico, mas falei para eles que minha família pagaria o resgate, então fiquei a noite inteira e o dia 22 neste cativeiro.

     

    Só na noite do dia 23 entramos em contato com minha família para combinar o resgate, depois de tal telefonema me levaram para uma mata fechada em Mongaguá, e eu sempre perguntava para Deus porque estava acontecendo isso comigo.

     

    Estou me esforçando o Máximo para realizar tal evento? Por que Deus? Ai lembrei-me de uma passagem do relato de São Agostinho: “uma vez quando estava dormindo sonhou que estava em uma praia e viu um menino com um balde de madeira, ia até o mar enchia o balde e esvaziava dentro de um buraquinho, então perguntou para o menino : ‘O que você esta fazendo?’ Então respondeu: ‘vou colocar toda água do mar aqui neste buraco’; ao passo que Agostinho respondeu: ‘Isto é impossível’, e o menino olhou para ele e falou: ‘é mais fácil eu tirar toda água do mar do que você conhecer a Deus’.

     

    Então naquele momento aceitei o que estava acontecendo comigo. Naquela noite fiquei com um dos seqüestradores, eu amarrado em uma árvore comecei a falar do amor de Cristo a ele, e o mesmo falou que era conhecedor da palavra, só que o meu sofrimento começava agora. De repente ele me falou: ‘você tem certeza da sua salvação’; nesta hora eu falei: ‘certeza eu não tenho mais tenho mais chance que você’.

     

    Foi quando ele me falou que seria melhor ter certeza que iria morar no céu, pois desse morro vivo não vai sairia.

     

    Mesmo evangelizando-o, ele me olhou e afirmou que cada cigarro que eu fumasse apagaria em mim; foram 14 cigarros durante a noite, muitas vezes ele e outros esfolaram minhas costas com alguma coisa cortante, mais cada vez que eu falava que Deus tinha um plano para ele me torturava mais, psicologicamente e emocionalmente. Na tarde do dia  24/10/2009 ele me falou que buscaria lanche para nós, mas quando voltou, não foi o lanche que trouxe foi minha sentença de morte, pois me falou que minha família não tinha o dinheiro do resgate, então a ordem era me matar. Neste momento, comecei a falar com ele: ‘Jesus te ama e você vai fazer isto comigo, não faz isto Jesus tem plano na sua vida’.

     

    Eu tinha certeza que saí de Carapicuíba para Mongaguá para ganhar aquela alma e Deus iria me guardar. No momento que eu clamava a Deus para entrar com a providencia aquele jovem estava dividido no que faria, de repente ele me soltou da árvore, mandou-me sentar no chão e amarrou minhas mãos nas minhas pernas com braçadeiras, e me falou que quebraria o meu galho e me soltaria. Não foi ele que me soltou foi Jesus que estava trabalhando por meu resgate e por aquela alma. Ele desceu a mata e depois de aproximadamente 40 minutos desci escorregando e Rolando uns 100 metros pela mata e barranco.

     

    Mas o drama não havia acabado, quando estava descendo o morro gritava por socorro, mas ninguém vinha ao meu encontro, quando consegui descer havia muitas pessoas me olhando com olhares de pouco caso, pedia pelo amor de Deus para eles me ajudarem, mais ninguém queria se envolver, era o que eles falavam entre si, eu machucado e amarrado clamava para me ajudar ou simplesmente chamar a polícia, e sentia o pior dos homens naquele momento; pois havia um homem nesta multidão que falava que não podia me ajudar pois estava segurando seu cachorro, perguntei a ele se seu cachorro era melhor do que eu, as pessoas me viam naquela situação, mesmo assim saiam e me abandonavam na ponta do barraco quase dentro do esgoto, a polícia demorou quase uma hora e meia para me ajudar, fiquei ali amarrado em estado de pânico aguardando o socorro.

     

    Lembrei daquela passagem do bom samaritano. O bom Samaritano Parábola.

     

    Vivemos numa sociedade cada vez mais competitiva, onde as pessoas se acostumam desde criança que nada é de graça, tudo tem um preço. Se desejamos algo, temos que nos dedicar e dar muitas coisas em troca para conseguir alcançar o objetivo. Desde criança ouvimos nossos pais falarem: “Coma tudo senão não vai ganhar presente!”, “Faça isso que o papai te leva para passear!”.

     

    Crescemos e essa marca continua a nos seguir. No trabalho, uma promoção é sinônimo de muitas horas-extras, muita dedicação em troca do objetivo. Quando temos um bom desempenho tornamos um referencial (tomem como exemplo um jogador de futebol), quando nosso desempenho cai somos tidos como fracassados.

     

    Acabamos criando uma visão que na vida, para se conseguir algo temos que dar algo em troca. Isso atrapalha nosso relacionamento com Deus. O padrão de relacionamento com Deus é diferente do padrão adotado pelo mundo. A base do relacionamento com Deus é a GRAÇA e não a troca.

     

    Não é o que eu faço que irá fazer Deus me amar mais, ou o que eu deixo de fazer ou faço de errado que faz com que Deus deixe de me amar. Ele me ama desde o princípio quando me fez. Não quer dizer que Deus se alegra ao ver um filho seu perdido, o desejo Dele é que todas as coisas velhas se passem e tudo se torne novo. Com Deus é o que Ele fez por nós e não o que eu posso fazer para Ele.

     

    Jesus se entregou na Cruz para que eu hoje pudesse ter livre acesso ao trono do Pai, Ele carregou sobre si minhas culpas e minhas dívidas, hoje sou limpo pelo cordeiro de Deus. De forma alguma poderia merecer alguma coisa, mas ele nos amou de tal maneira que deu Filho Unigênito pela remissão dos nossos pecados.

     

    O fato de que o reino de Deus funciona diferente do reino do Homem nos traz duas implicações:

     

    1º - Deus não se deixa impressionar. Isaias 64:6 e Tiago 4:8

     

    Algumas pessoas acham que podem impressionar a Deus procurando ser cidadão exemplar, levarem todos os seus impostos em dias e não terem dívidas. ISSO NÃO PASSA DE NOSSA OBRIGAÇÃO. É o que se espera de qualquer cidadão, de um filho de Deus se espera muito mais! Deus não está preocupado com as boas obras que possamos fazer e sim com o nosso coração.

     

    2º - Há esperança para nós!

     

    Porque Deus te ama há esperança para você! Jeremias 31:13

     

    Tudo aquilo que você fez de errado no passado não faz Deus te amar menos, sabe porquê? Por que Deus abomina o pecado, mas ama o pecador. O desejo de Deus é ter você junto a Ele. Certamente Deus não concorda com tudo o que você tem feito e anda fazendo, mas isso não o faz te esquecer. Ele o ama e o quer junto a Ele.

     

    Irmãos, com base na Graça de Deus em minha vida, o que Deus espera de mim?

     

    Deus espera que baixe a retaguarda, para de se proteger, de se defender e se entregue a Ele. Deus espera que você de um passo de FÉ até ele, que tome a decisão por Cristo e se entregue ao Salvador.

     

    Como vemos no texto de Mateus, nunca é tarde demais, a única atitude necessária é atender o chamado (Isaías 55:6). Isso foi o que o trabalhador fez as 5 horas da tarde quando o Empregador o procurou. E você, ainda acha que é tarde demais ou que tem que melhorar sozinho alguma coisa antes de se buscar a Deus?

     

    Um perfil de Pastor que vale a pena seguir!

     

    'Num mundo como o atual, em que cada pessoa aspira à sua liberdade e em que cada qual deseja o seu desenvolvimento pessoal, a imagem bíblica de “Pastor” e de “rebanho”, de que falou o “domingo do Bom Pastor”, corre o risco de ser vista como desadequada ou mal entendida. Não falta quem tenha dificuldade em rever-se na imagem de um “rebanho”, como se tivesse apenas de deixar-se conduzir sem exercer a sua própria liberdade.

     

    A verdade é que, na tradução bíblica, os reis e dirigentes eram comparados a pastores. E, no tempo de Jesus, trata-se de uma missão importante e, por vezes, perigosa. Cabe ao pastor vigiar e cuidar do rebanho, mesmo com o risco da própria vida. É nesta perspectiva que se entende o recurso que o evangelista faz à imagem do “pastor” e do “rebanho” para, numa parábola, a aplicar a Jesus. Mas, neste caso, enriquecendo-a com elementos novos, de modo a pôr em evidência a novidade de um tipo de relação qualitativamente diferente de testemunhadas por Jesus e a vigorar entre os seus seguidores.

     

    Assim, o relacionamento instaurado entre Jesus e os que estão ao seu cuidado não é marcado pelo interesse, ou consciência pessoal, mas pelo amor. Por aqui passa a diferença entre o “Bom Pastor” e o “pastor-mercenário”. O primeiro conhece cada um dos seus e é conhecido por eles, enquanto o segundo desconhece-os, limitando-se ao puro e frio exercício de uma função. Ora, sabendo nós que, em linguagem bíblica, o conhecimento implica amor, está tudo dito em termos de originalidade do relacionamento cristão. Diante do risco ou do perigo, quando está em causa a defesa da humanidade, objeto do seu amor, Jesus não foge, dispondo-se mesmo a “dar a própria vida”, ao contrário do que é próprio de um “mercenário”.

     

    Deste modo, a beleza de Jesus como Pastor deixa um “aviso” para a igreja, enquanto “redil”, onde se reúnem os seguidores da mensagem de Jesus. Sendo a Igreja o espaço onde tanto se fala de “pastoral”, impõe-se que, no exercício de uma tal vocação e missão, ela se reveja ao espelho do perfil pastoral de Jesus, definindo-se como comunidade centrada à volta de Jesus e da escuta da sua Palavra, como condições para se deixar conduzir por Ele. Pode dizer-se que o perfil pastoral de Jesus deixa duas indicações claras à comunidade eclesial. Uma indicação aponta para a qualidade do relacionamento a existir no interior da comunidade cristã constituída e que deve distinguir-se pelo conhecimento mútuo, marcado pela proximidade própria do amor e da ternura. Outra indicação aponta para a abertura da comunidade constituída ou da Igreja, capaz de “sair” para fora de si mesma, ou do seu “redil”, não se fechando sobre si própria, pensando ter o exclusivo domínio do “rebanho” do Pastor e dos seus limites. É que, como diz o próprio Jesus, há muitos mais que, não estando no “redil”, são igualmente, pertença do Pastor, cabendo à comunidade cristã e eclesial ir ao seu encontro, criando condições para que, mesmo fora do “redil”, ouçam a voz do Pastor e “se deixem conduzir por Ele”.

     

    Ao contrário de uma “seita”, uma verdadeira Igreja abre-se ao mundo mediante um amor não restritivo, antes, aberto a todos, judeus ou pagãos, católicos ou protestantes, praticantes ou não praticantes, tanto justos como pecadores. O desígnio pastoral de Jesus é o de que, seja lá quem for, “ninguém se perca”.'

     

    Deus os abençoe;

     

    Pb. Luiz Alves





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